O pai da Paleontologia…

Posted in Uncategorized on February 17, 2010 by cienciaecuriosidade

Llewellyn Ivor Price  (1905-1980)




Llewllyn Ivor Price é considerado o pai da paleontologia de vertebrados no Brasil e foi fundamental para o desenvolvimento da pesquisa paleontológica nacional.

Price nasceu em 9 de outubro de 1905, na cidade de Santa Maria (RS). Era filho de americonos e estudou nos Estados Unidos, onde se formou em zoologia e geologia pela Universidade de Oklahoma.

O cientísta iniciou seu trabalho como professor na Universidade de Harvard e depois de alguns trabalhos publicados, foi convidado para voltar ao Brasil. Embora o país já fosse reconhecido como um vasto campo para paleontologia, por falta de estrutura, os estudos eram feitos por cientistas estrangeiros.

No Brasil, Price investiu na criação de laboratórios de pesquisa, treinamento de pessoas e ampliação de bibliotecas. Estudou répteis, anfíbios, mamíferos, peixes e entre seus maiores achados estão o Peirosaurus torminni e do Baurusuchus pachecoi, duas espécies de crocodilomorfos do cretáceo (período da era Mesozóica, compreendido entre 145 milhões e e 65 milhões de anos atrás). Essa descoberta incentivou a criação de linhas de pesquisa para o estudo de registros pré-históricos do animal, marcando um grande passo para a história da paleontologia no Brasil.

A coleção de vertebrados estudada pelo cientísta está no acervo da DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), em Brasília.

Llewellyn Ivor Price faleceu em 1980, aos 75 anos, vítima de um ataque cardíaco.

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Cocô de Elefante

Posted in Uncategorized on January 24, 2010 by cienciaecuriosidade

Salvando o mundo com fezes animal. Isso mesmo.

A empresa canadense The Great Elephant Poo Po Paper produz papel a partir das fezes do elefante:

Por ingerir apenas vegetais, e em grande quantidade, o elefante acaba gerando fezes ricas em fibras, ideal para a fabricação de caixas, lembrancinhas, conjuntos, porta-retratos, blocos, cadernos, envelopes e papeis coloridos. Um único elefante pode produzir até 25 kg de fibras todos os dias, sem precisar derrubar uma árvore sequer.

O processo de produção é simples. Depois de coletada, as fezes do elefante é lavada e fervida durante cerca de cinco horas. Em seguida, o material é alvejado e as fibras são teadas para então, se adicionar os corantes. O material é pesado, distribuído uniformemente em telas e secos ao sol. O produto é por fim lixado, montado e vendido para as fábricas que irão confeccionar os papéis.

Apesar da matéria-prima exótica, o produto possui excelente qualidade e os fabricantes garantem: tem um cheirinho bem agradável.

fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br

Bactérias preventivas

Posted in Uncategorized on November 12, 2009 by cienciaecuriosidade
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Bacillus pasteurii

Você sabia que uma espécie de bactéria pode prevenir desabamentos por terremotos?

Isso mesmo! Ela pode ajudar a manter edificações construídas em regiões litorâneas, suportando assim os efeitos de abalos sísmicos.

A bactéria Bacillus pasteurii, comum na crosta terrestre, tem a capacidade de cimentar bancos de areia liquefeitos e assim transformálos em pedra.

Para isso o bacilo agrega grãos de areia soltos por meio da geração de carbonato de cálcio (CaCO3), causando um efeito semelhante ao da cristalização do cimento.

A técnica ainda está em fase de teste.  O cientísta responsável, professor-assistente de engenharia civil e ambiental da universidade UC Davis e sua equipe, injetaram uma cultura do micróbio em uma certa quantidade de areia, oxigênio e nutrientes. Com isso conseguiram solidificar um cilindro de areia.

A nova técnica ainda requer alguns testes para que possa ser usada na prevenção de desabamentos….

 

Escala Richter

Posted in Uncategorized on October 26, 2009 by cienciaecuriosidade

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Escala Richter é uma logarítmica utilizada para medir a magnitude dos abalos sísmicos, ou seja, dos terremotos. Foi criada pelos sismógrafos Beno Gutenberg e Charles Francis Richter que estudavam os sismos da Califórnia e colocada em prática em 1935. A escala Richter varia de 0 a 9 graus de acordo com a extensão do movimento do solo medindo ondas do tipo P e S.

Ondas do tipo P são ondas primárias que se espalham por movimentos de compressão e dilatação do local que pode ser em terra firme ou em oceanos e mares. São as ondas sísmicas mais rápidas, cuja velocidade adquirida no solo varia entre a adquirida em água. Ondas do tipo S são ondas secundárias que se espalham por movimentos ondulatórios para cima e para baixo alterando a forma dos elementos. As ondas S se desenvolvem somente no solo com velocidade inferior às ondas P.

A fórmula utilizada para se chegar à magnitude de um terremoto é: ML = log A – log A0 onde:
A é a amplitude máxima medida pelo sismógrafo e A0 é a amplitude de referência.

A variação da magnitude de um abalo sísmico apresenta efeitos e freqüências distintos.

(fonte do texo: http://www.brasilescola.com/)

Confira a tabela da Escala Richter:

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Entendendo os sismos…

Posted in Uncategorized on October 20, 2009 by cienciaecuriosidade

Conceitos básicos

 Hipocentro: Região no interior da terra onde se origina um sismo.

Epicentro: Ponto da superfície terrestre situado na vertical em relação ao hipocentro.

– Este é o local mais próximo do hipocentro à superfície

– É o local onde o sismo é sentido com mais intensidade

Ondas Sísmicas: Forma de liberação de energia acumulada

 O que são?

Um sismo (ou terremoto) é um fenômeno de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, resultante de movimentos subterrâneos de placas rochosas, de atividade vulcânica ou por deslocamentos (migração) de gases no interior da Terra. O movimento é causado pela liberação rápida de grandes quantidades de energia sob a forma de ondas sísmicas. Geralmente ocorrem  nas fronteiras entre placas tectônicas, ou em falhas entre dois blocos rochosos.

 Como são registrados?

 Através de um aparelho chamado Sismógrafo.

 Como são classificados?

Os sismos podem ser classificados quanto à sua origem e profundidade.

Quanto à origem: podem ser induzidos (quando associados diretamente ou indiretamente à ação humana) ou naturais (de origem tectônica);

Quanto à profundidade: podem ser Superficiais (até 70 km), Intermédios (entre 70 e 350 km), Profundos (350 e 670 km) e Raros (profundidades maiores que 670 km)

 

Como se medem os sismos?

 Os sismos são pedidos por sua magnitude e intensidade. Para isso são utilizadas duas escalas:

Escala Mercalli – Mede a intensidade que o sismo foi sentido e varia entre 0 e 12;

Escala Richter – Mede a magnitude (quantidade de energia liberada) de um sismo. É uma escala aberta, porém o máximo registrado foi de 9.5.

O maior dos terremotos

Posted in Uncategorized on October 19, 2009 by cienciaecuriosidade

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O terremoto de Validivia (Chile) ocorreu em maio de 1960, foi o maior terremosto de todos os tempos e registrou 9.5 na escala Rchiter.

A catástrofe causou mais de 3000 mortes, além de aproximadamente 2 milhões de feridos.

Gostou do assunto? então aguarde tudo sobre terremotos no cienciaecuriosidade.wordpress.com!!!

E quem criou a tabela periódica?

Posted in Uncategorized on October 2, 2009 by cienciaecuriosidade

Dmitri Ivanovich Mendeleev

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Dmitri Ivanovich Mendeleev foi um químico russo que desenvolveu a primeira versão da tabela periódica. Embora outros cientistas tivessem percebido propriedades comuns a vários elementos químicos, foi ele quem enunciou a lei periódica de forma bastante precisa.

Mendeleev nasceu na cidade de Tolbosk, na Sibéria em 1834. Concluiu seu doutorado pela Universidade de São Petersburgo, onde começou a lecionar em 1866.

Ao iniciar seu trabalho como professor, Mendeleev começou a pesquisar sobre a periodicidade dos elementos e sentiu a necessidade de organizar os seus dados com mais precisão. Foi quando começou a anotar as propriedades de cada elemento em cartões, que eram fixados na parede. A medida que ele observava alguma semelhança entre os elementos, mudava a posição dos cartões.

E foi esse quebra-cabeça deu origem a uma Tabela Periódica, na qual os elementos foram dispostos em filas horizontais, de acordo com as massas atômicas crescentes, e colunas verticais, com elementos de propriedades semelhantes. Além disso, Mendeleev deixou posições vazias em sua tabela dedicado aos elementos que eram desconhecidos. Em 1869, apresentou à comunidade científica a sua lei periódica dos elementos.

A tabela de Mendeleev serviu de base para a elaboração da atual tabela periódica, que além de catalogar os 118 elementos conhecidos, fornece inúmeras informações sobre o comportamento de cada um. Seu trabalho foi homenageado ao classificarem o elemento de número atômico 101 como Mendelévio.

Além dessa imensa contribuição para o a química, o cientísta também foi um dos percursores no estudo da origem inorgânica do Petróleo.

Mendeleiev Faleceu em São Petersburgo, em 2 de fevereiro de 1907.